solução para mulheres

Embora não seja comum a mídia falar sobre o assunto, hoje no Brasil existem algumas leis que amparam as gestantes, como a licença maternidade para quem estuda. O problema vem quando a criança nasce e precisa da mãe, uma vez finalizada essa licença maternidade, e ainda se agrava quando da impossibilidade de não ter com quem deixar seu filho na hora do estudo.

São muitos os casos de mães que levam seus filhos para a faculdade e, por falta de uma legislação ou procedimento interno, a mesma tem de desistir de uma ou outra aula, ou ainda, do próprio curso.

Um caso bastante noticiado foi o da aluna Nina Bitencourt que mora em Porto Alegre e foi humilhada pela sua professora, pois tinha levado a sua filha Anya, na época com cinco anos, pois não tinha com quem deixa-la. Ela pretende abrir um processo contra a instituição de ensino.

Ainda na UFRS, a estudante de publicidade e propaganda, Taís Barboza da Conceição, foi expulsa da sua aula, pois estava amamentando seu filho de sete meses. A estudante denunciou o professor para os órgãos responsáveis da universidade e pretende processá-lo. Depois da confusão, a instituição enviou um pedido de desculpas e Taís conseguiu o direito de levar a filha para a aula sem ser incomodada.

Outro caso foi o da aluna Shirley Anízio, que levava seu filho Theo de 4 anos para o curso de Pedagogia, por não ter vagas na creche e não ter com quem deixa-lo. Foi expulsa da aula de Educação I, da USP, mas a mesma não fez registro de queixa. A Faculdade não se mostra resistente ao fato de levar as crianças e os professores são compreensivos, salvo algumas exceções.

Por outro, lado a USP mantém 400 vagas para a creche que é destinada à funcionários da instituição, e mesmo com 400 crianças ameaça de fechar as portas por falta de subsídios. Alguns alunos se inscreveram e aguardam a possibilidade de verem seus filhos nelas.

Embora seja uma questão que envolve posicionamentos diferentes diante da inexistência de uma regulamentação explícita para estes casos, a maioria das instituições de ensino procuram uma saída diplomática para estes casos, mesmo que isso seja apenas uma saída temporária e não uma solução para mulheres nessas condições.

O amparo advém do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nos artigos que garantem o aleitamento materno até os 2 anos e proíbem que a criança seja objeto de negligência dos pais, e ainda, para garantir os direitos, a mulher pode procurar a Secretaria de Educação, a Secretaria de Proteção à Mulher, o Ministério Público na área de direitos humanos, ou acionar um advogado ou defensor público. Também pode denunciar para os telefones 180 (Secretaria de Políticas para as Mulheres) e 181 (disque denúncia).

Uma solução para mulheres para este tipo de problemas são os cursos a distância ou cursos online, uma vez que a mãe pode assistir sem interromper o processo de amamentação ou alterar a rotina da criança.
Seja por cursos regulares ou cursos livres, o EAD é uma realidade que chegou para ficar. Mostra disso é o Facíleme Cursos, plataforma para cursos e projetos online, que define essas situações como uma possibilidade não somente do crescimento para a educação, mas também para criar projetos online comerciais que ajudem a conquistar o mercado de trabalho, mesmo em situações mais controladas como é o caso da gestação e pós a mesma.

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Fonte: Uol/G1

 

 

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