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Segundo a ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância), embora o EAD tenha crescido, ainda têm barreiras que permitam uma maior desenvoltura.  Para Patricia Behar, professora da UFRGS, os professores precisam ser melhor treinados e se adaptarem aos novos recursos, em especial à nova didática. Deve existir uma “arquitetura pedagógica” para que os educadores sejam mais eficazes.

João Mattar, vice-presidente da ABT (Associação Brasileira de Tecnologia Educacional) ” As ferramentas vão mudando, os professores vão ficando perdidos.” Além deste tipo de problemas, outros como uma a inferioridade que se dá a classe, e o despreparo dos tutores para organizar suas tarefas e atender a demanda também são itens que sinalizam o preconceito que o EAD tem em comparação como presencial.

O preparo para quem dá aula online deve ser, além de técnico, tecnológico. O professor deve ter uma intimidade com as ferramentas e com a tecnologia em si. O importante é estudar sempre, sem discriminação, comenta Stavros Xanthopoylos, diretor da Abed.

Fonte: http://bit.ly/preconceito-com-o-ead

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