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Segundo Frederic Michael Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação à Distância, a flexibilidade e a recessão econômica são uns dos motivos para o crescimento do EaD, mesmo na crise.

De acordo com o último censo da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), entre 2013 e 2014 a evolução dos investimentos em EAD aumentou em 51%.

“O consenso de opinião de empregadores e chefes de Departamento de Recursos Humanos está sendo de quem estudou à distância é melhor funcionário, é mais pró-ativo”, aponta.

O perfil do aluno também vem se delineando, geralmente são disciplinados, atuantes no mercado de trabalho e é cerca de dez anos mais velho do que o aluno de curso presencial. Buscam algo mais pontual e o tempo é um fator decisivo.

Alguns alunos, por exemplo, desistem do presencial por motivos como deslocamento e diferença no nível de conhecimento de outros colegas, que terminam atrasando a proposta oferecida pelo curso.

Litto frisa ainda que importantes universidades como Harvard, Oxford e Cambridge oferecem cursos à distância, o que mostra a importância e a relevância da modalidade de ensino. “Essas instituições de grande prestígio estão todas mergulhadas em educação à distância”, conclui.

Fonte:  http://bit.ly/ead-na-crise-

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